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Músicos angolanos terminam actuações em grande

Músicos angolanos terminam actuações em grande Os mÚsicos angolanos encerraram em grande a sua actuação em palcos cubanos na quarta-feira, com a realização de um espectáculo de mÚsica popular urbana, no Teatro Mella.
O espectáculo marcou a apoteose dos artistas angolanos, que deixaram ontem solo cubano a caminho de casa, e serviu ainda para aumentar a interacção entre os mÚsicos de ambos países.
Aberto pelo grupo Akapaná, que foi o suporte instrumental de todos os nossos mÚsicos, o espectáculo contou com a presença de angolanos e cubanos ansiosos por ouvir as novas tendências da mÚsica que se faz no nosso país. Para o primeiro brinde aos presentes, a banda, composta por Acácio, Namanga, Joy Papusseco, Armando, Fredy, Ti Toy, Neide e Magdalena, interpretou os temas “Kakadona”, “Mona kujimbe manhenu” e “Elamba”.
Depois da actuação deste representante da mÚsica folclórica da região sul do país, foi a vez do Duo Canhoto, composto por Antero Ekuikui e Guilherme Maurício, transmitirem o quotidiano no cancioneiro popular, com “Tata ku matadi” e “Omboio”.
Minutos depois, a mÚsica lírica voltou a prender a atenção dos presentes, desta feita com a actuação de Celso Mambo, que no seu jeito contagiante interpretou “Muxima Zagi” e foi sucedido, novamente, pela banda Akapaná, que interpretou “Kakadona é mona kujimbe manhenu”. A Única voz feminina do espectáculo subiu, logo de seguida, para representar o seu género condignamente. Com “Lua-Auno” e “Uanga”, ângela Ferrão justificou o actual crescimento e valorização da nova vaga de cantoras angolanas.
Uma das vozes femininas que tem ajudado, com as suas mÚsicas, a preservar as raízes culturais de Angola, a cantora foi muito aplaudida. Depois, outro mÚsico que tem estado a elevar o nome do país no estrangeiro subiu aos palcos, para chamar a atenção para a importância de elevarmos sempre a cultura nacional a altos patamares. Gabriel Tchiema prendeu o pÚblico, assim como no primeiro espectáculo, com “Azulula” e “Issaka”, que enaltecem a cultura Lunda-tchokwe e a sua riqueza.
O momento seguinte pertenceu, mais uma vez, ao grupo Akapaná, que aqueceu um pouco o pÚblico com “Zeze e Elambamento”, antes de ser sucedido por Tony Amado e seus “muchachos”, que “invadiram” a plateia com o contagiante ritmo do kuduro, numa fusão com um grupo cubano, mostrando o interesse de se aumentar o intercâmbio entre os artistas dos dois países.


 “Pela aceitação da plateia ficou provado que é possível casar o kuduro com outros géneros, como o reggeatown e conquistar novos mercados. é mais um passo para a mÚsica angolana”, disse Tony Amado.
O encerramento do espectáculo esteve a cargo do cubano Pablo F.G, que interpretou os temas “Paxi ni ngongo” e “De amores”, numa homenagem ao falecido mÚsico André Mingas. Depois cantou alguns dos temas que o tornaram uma referência da nova vaga de cantores cubanos, como “Te deseo sorte” e “Papy happy”.

 

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